Guia do Bitcoin

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Guia do Bitcoin2018-03-07T01:58:59+00:00

Bitcoin é um sistema descentralizado de moedas digitais para pagamentos online.

Criado em 2009, Bitcoin é a maneira mais segura de fazer transferências e pagamentos diretamente pela internet para qualquer lugar do mundo, sem fronteiras, sem intermediários, e sem taxas abusivas.

Sua tecnologia é pública, e independente de qualquer autoridade central. Não é controlada e nem monitorada pelos bancos centrais ou privados, governos ou corporações, e sim pela própria comunidade de usuários ao redor do mundo, com total respeito à privacidade individual.

Ele combina os benefícios do dinheiro, a liberdade da internet, a segurança de criptografia de nível militar, com a tecnologia de descentralização ponto-a-ponto (peer-to-peer), por meio de um aplicativo código aberto (open-source) público e gratuito, disponível para computadores de diferentes plataformas.

Bitcoin é uma das inovações tecnológicas mais importantes do século 21.

Assista ao vídeo explicativo “O que é Bitcoin?”:

Bitcoin é uma forma de dinheiro digital, criado e utilizado eletronicamente. Ninguém tem controle sobre ele. Os bitcoins não são impressos como reais, dólares, ou euros; eles são produzidos por milhares de pessoas no mundo todo, através de computadores que resolvem complexos cálculos matemáticos.

Como ele difere de outras formas de pagamento digitais?

icones-03Bitcoin pode ser usado para comprar coisas pela internet. Neste sentido é similar às moedas que conhecemos como reais, dólares e outras, que também são utilizadas eletronicamente.

Porém a característica mais importante, e que o torna diferente das moedas convencionais, é que ele é descentralizado. Não há uma instituição que controle a rede Bitcoin. Isto deixa as pessoas mais à vontade, pois significa que os grandes bancos não poderão controlar nosso dinheiro.

Quem criou o Bitcoin?

icones-04Um programador e desenvolvedor chamado pelo pseudônimo de Satoshi Nakamoto através deste artigo, foi quem propôs a ideia do Bitcoin, como um sistema de pagamentos eletrônico baseado em provas matemáticas. A ideia era criar uma moeda que fosse independente de qualquer autoridade central, pudesse ser transferida eletronicamente, praticamente de forma instantânea, com taxas muito baixas.

Quem “imprime” os bitcoins?

icones-05Ninguém. Esta moeda não é impressa fisicamente pelos bancos centrais, satisfazendo agendas políticas, nas quais a população não tem controle sobre. Estes bancos simplesmente produzem mais e mais dinheiro para cobrir os juros gerados pelos empréstimos, desvalorizando assim o dinheiro que o povo tanto luta para conseguir.

Ao invés disso, bitcoins são criadas digitalmente, por uma comunidade aberta à todos. Bitcoins são geradas por computadores em uma rede descentralizada. Esta rede é quem processa todas as transações feitas em bitcoins, gerando novos bitcoins como recompensa pelo trabalho computacional oferecido à rede, criando um efetivo sistema de pagamentos.

É possível gerar infinitos bitcoins?

icones-06Impossível. O protocolo Bitcoin –as regras que a rede deve obedecer– é limitado matematicamente pelo seu algorítimo à um número máximo de 21 milhões de bitcoins. No entanto cada bitcoin pode ser fracionado, divido em até 100.000.000 partes, esta menor fração do bitcoin (฿ 0,00000001) é denominada 1 “satoshi”, em homenagem ao seu criador.

No que está baseado?

Aicones-07s moedas convencionais já foram uma vez baseadas no ouro, ou na prata. Teóricamente, se você possuía uma nota de dólar, você poderia trocá-la por ouro nos bancos (apesar de não funcionar bem assim na prática). Bitcoin não é baseado no ouro, é baseado na matemática.

No mundo todo, pessoas estão usando programas que seguem complexas fórmulas matemáticas para gerar bitcoins. Estas fórmulas e programas estão disponíveis na internet gratuitamente, pois o Bitcoin é um projeto de código aberto, o que significa que qualquer pessoa pode analisar e verificar o seu funcionamento, além de propor correções e melhorias.

Bitcoin tem algumas características fundamentais que o diferencia das outras formas de pagamento tradicionais.

Confira aqui algumas de suas características mais importantes:

É descentralizado

A rede Bitcoin não é controlada por nenhuma autoridade central. Todos computadores que em conjunto processam as transações e geram bitcoins como recompensa, fazem parte da rede. Isto significa que teoricamente nenhuma autoridade pode manipular a política monetária do sistema, prejudicando o mesmo – ou simplismente decidir confiscar o dinheiro das pessoas, assim como o Banco Central Europeu decidiu fazer com o Chipre no início de 2013, para citar um exemplo mais atual do que o Plano Collor. Se alguma parte da rede deixar de funcionar, o dinheiro continuará circulando pelo restante da rede.

É fácil fazer parte

Os bancos convencionais fazem você assinar diversos contratos com textos enormes em letras minúsculas só para você abrir uma simples conta. Para comerciantes, os processos para pessoas jurídicas conseguem ser ainda mais burocráticos. Com bitcoin você pode criar um endereço em segundos, anonimamente, e gratuitamente.

É anônimo?

Usuários podem gerar diversos endereços bitcoin, sem necessidade de vincular nenhuma informação pessoal. No entanto…

É transparente

…a rede Bitcoin mantém um registro detalhado de todas transações já ocorridas na rede, em um extenso “livro diário geral”, chamado de cadeia de blocos. Na cadeia de blocos, se você possui um endereço bitcoin, qualquer pessoa pode ver quantas bitcoins estão guardadas em seu endereço. Porém não sabem que o endereço é seu, a não ser que você o tenha divulgado. Por isto há algumas medidas de segurança que devem ser tomadas, como por exemplo utilizar um novo endereço para cada transação, e não manter todas suas bitcoins em um único endereço.

Sem taxas abusivas

Bancos cobram taxas altíssimas para transferências internacionais. Com Bitcoin é diferente, pois você pode usar a rede gratuitamente para realizar pequenas transações, caso não queira optar por taxas muito baixas que podem ser pagas para acelerar a velocidade de processamento de grandes transações.

É rápido

Você pode enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo, e independente de onde for, sua transação ocorrerá instantaneamente e estará concluída em apenas alguns minutos, após o processamento da rede Bitcoin

Sem estornos

Uma vez que seus bitcoins foram enviados, a única maneira de obtê-los novamente, é quem recebeu enviá-los de volta.

Bitcoin é uma nova forma de dinheiro que está apenas começando a ganhar atenção, mas a maioria das pessoas ainda não compreende o porque elas deveriam se interessar em utilizá-lo.

Por que usar o bitcoin? Aqui estão 10 bons motivos para você interessar por esta moeda virtual.

1. É rápido

Quando você deposita um cheque de outro banco diferente do seu, geralmente os bancos seguram o dinheiro por alguns dias, até confirmarem que o cheque tem fundos para ser descontado. Assim como acontece também com transferências internacionais, que podem demorar até uma semana para serem concluídas.

As transferências em bitcoins são comparativamente bem mais rápidas. Podem ser instantâneas se aceitas com “zero confirmações” da rede, neste caso um comerciante estaria assumindo o risco de aprovar uma compra que ainda não foi confirmada pela rede e registrada na cadeia de blocos. Ou cerca de 10 minutos caso quem recebe exija confirmação da rede. Isto é muito mais rápido que qualquer transferência entre bancos distintos.

2. É barato

Sabemos que deve estar pensando que suas transações com cartão de crédito são instantâneas também, isso é verdade. Porém o comerciante, e por consequência o consumidor, é quem pagam por esta rapidez, consolidando os impérios dos operadores de cartões que temos hoje. As taxas de operação de cartões de crédito e débito custam em média de 3% a 5%, custo este muitas vezes já embutido no preço dos produtos.

As taxas cobradas pela rede bitcoin são mínimas, inferiores a 1%, e isto para grandes transações. Pois pequenas quantidades de bitcoins podem ser enviadas gratuitamente.

3. Está fora do alcance de governos e bancos

Você se lembra do que aconteceu durante o Plano Collor no início da década de 90? O que aconteceu novamente no Chipre em março de 2013? O governo congelou todas as poupanças da população, limitando a quantidade que cada pessoa podia retirar de suas próprias contas, acabando com a vida de muitas famílias.

Isto não seria possível com bitcoin, pois ela é uma moeda descentralizada. Como não há uma autoridade central que a controle, e dispensa a necessidade de bancos, é impossível que elas sejam confiscadas. Para quem tem certa desconfiança em relação aos bancos, este é um grande benefício.

4. Não há estornos

Uma vez que os bitcoins forem enviados, não há como reverter a operação. Quem enviou os bitcoins não conseguirá obtê-los de volta sem o consentimento de quem os recebeu. Isso dificulta uma prática fraudulenta que seria possível com cartões de crédito, na qual o indivíduo mal intencionado faz uma compra em um estabelecimento, e após faz com que a operadora do cartão de crédito estorne a compra, conseguindo reverter a transação.

5. Não há como roubarem suas informações pessoais dos estabelecimentos comerciais

Isso é importante. A maioria das compras pela internet hoje são feitas por cartão de crédito, mas nas décadas de 20 e 30 quando os primeiros precursores dos cartões de crédito surgiram, a internet nem havia sido criada. Cartões de crédito não foram feitos para serem usados via internet, pois não são totalmente seguros. Todos sites de compras solicitam que sejam inseridas informações que deveriam ser sigilosas (como número do cartão, data de validade, e código de segurança). Chega a ser difícil de pensar em um meio menos seguro para fazer compras pela internet. Talvez seja por isso que cartões de crédito continuam sendo clonados e roubados.

Transações via Bitcoin não requerem que você insira nenhuma informação sigilosa. Para que elas ocorram, utiliza-se duas chaves: uma pública, e uma privada. Qualquer um pode ver seu endereço bitcoin (que é a sua chave pública criptografada), porém a chave privada é secreta. Quando você envia qualquer quantia, você “assina” a transação combinando ambas as chaves, pública e privada, e aplicando uma função matemática a elas. Isto cria um registro que prova que aquela transação realmente veio de você. Desde que você não faça nenhuma bobagem, como publicar sua chave privada para que todo mundo veja, você estará seguro.

6. Não há inflação

O problema com as moedas convencionais é que os governos podem imprimir quanto dinheiro julgarem necessário, e frequentemente o fazem. Se não há dinheiro suficiente para se pagar as contas públicas, os bancos centrais podem simplesmente imprimir mais. Se a economia está ruindo, o governo pode pegar este dinheiro recém-criado e injetá-lo na economia, por meio de processos de compra e venda de títulos e manipulação de taxas básicas de juros, conhecidos como “quantitative easing”. Mas isso faz com que a moeda se desvalorize. Se de uma hora para outra o número de reais em circulação dobra, isto significa que existem dois reais onde só havia um. Se alguém vendia uma garrafinha de água por um real, será obrigada a vender por dois reais, pois de repente o valor de cada real caiu para a metade.

Isto se chama inflação, e faz com que os preços dos produtos e serviços aumentem cada vez mais. A inflação pode se tornar difícil de controlar, e destrói nosso poder de compra.

Bitcoin foi projetado para haver um número máximo de unidades. Apenas 21 milhões de unidades poderão ser criadas sob as especificações originais. Isso significa que, após todas unidades serem criadas, o número de bitcoins nunca irá aumentar, portanto a inflação não será um problema. De fato, a deflação –queda dos preços dos produtos e serviços– é mais provável no mundo do bitcoin.

7. Alta privacidade

Ás vezes, não queremos que as pessoas saibam o que compramos. Bitcoin é uma moeda relativamente privada. Por um lado ela é transparente, pois graças à cadeia de blocos, todos podem saber qual o saldo de um determinado endereço. Sabe-se de onde vieram as bitcoins e para onde foram enviadas.

Por outro lado, ao contrário de contas bancárias convencionais, ninguém sabe quem possui um endereço específico. É como uma nota de um real em cima de uma mesa, em que o dono não está por perto, e não há seu nome escrito nela. Todo mundo pode ver qual o seu valor, mas não se sabe quem é o dono. No entanto, é válido ressaltar que há pessoas que utilizam o bitcoin de maneira insegura, como utilizar um mesmo endereço bitcoin para todas suas transações, ou juntando bitcoins de vários endereços em um único endereço, aumentando assim as possibilidades para que elas sejam identificadas.

8. Você não precisa confiar em ninguém

No sistema bancário tradicional, é preciso confiar em quem irá cuidar de seu dinheiro. Você deve confiar no banco, por exemplo. Você precisa confiar também na bandeira do seu cartão de crédito ou débito. Frequentemente você precisa confiar no comerciante também. Estas empresas coletam informações sensíveis e importantes sobre você.

O bitcoin, por ser totalmente descentralizado, não necessita que você confie em ninguém ao utilizá-lo. Quando você faz uma transação, ela é assinada digitalmente, o que garante sua segurança. Outros pontos da rede irão fazer as verificações necessárias, e então a transação estará concluída. O comerciante não precisa nem saber quem é você, a não ser que você o tenha informado.

9. Você é o dono

Não há no mundo nenhum outro sistema de dinheiro eletrônico em qual sua conta não é de posse de alguém além de você. O PayPal por exemplo, se decidirem que por algum motivo sua conta está com alguma irregularidade, tem o poder de congelar todo o saldo de sua conta, sem consultá-lo e sem seu consentimento. Então passa a ser seu problema como irá fazer para regularizar sua conta, para que enfim possa ter acesso ao seu dinheiro. Com bitcoin, você possui uma chave privada, e uma chave pública que corresponde ao seu endereço bitcoin. Tomando os devidos cuidados, ninguém pode tirar isto de você (a não ser que você as perca, ou guarde em alguma carteira virtual que as perca por você).

10. Você mesmo pode “fabricar” bitcoins

Apesar dos surpreendentes avanços da tecnologia das impressoras a cores domésticas, a maioria dos governos nacionais têm uma visão bastante limitada de você produzir o seu próprio dinheiro. No entanto, com bitcoin isso é incentivado. Você pode comprar seus bitcoins, mas você também pode criá-los, se você tem o poder computacional suficiente. Depois de cobrir o seu investimento inicial em equipamentos e energia elétrica, a criação de bitcoins é simplesmente deixar a máquina ligada, e o software em execução. E quem não gostaria que seu computador fabricasse dinheiro enquanto você dorme?

Tecnicamente você não guarda seus bitcoins em lugar nenhum. O que você guarda é a chave digital privada que é usada para acessar seus fundos em um endereço bitcoin público e assinar suas transações. Esta informação é guardada em uma carteira bitcoin.

Existem em diferentes tipos de carteiras bitcoin: Desktop, Mobile, Web, e Hardware. Veja como elas funcionam.

Carteiras Desktop

Carteiras desktop são aplicativos para sistemas operacionais de computadores como Windows, Mac OS e Linux, instaladas e armazenadas em seu disco rígido.

Se você já instalou o aplicativo oficial Bitcoin Core, então você está executando uma carteira bitcoin completa, mas talvez nem saiba disso. Além de propagar as transações na rede, este app também permite que você crie um endereço bitcoin para envio e recebimento desta moeda virtual, e para armazenar sua chave privada. Ele também guarda uma cópia completa da cadeia de blocos, o que faz com que ele ocupe bastante espaço no disco. Um app bitcoin completo tem de baixar toda a cadeia de blocos, que está sempre crescendo e possui gigabytes de tamanho.

Há outras carteiras desktop também, com características diferentes. Hive é uma carteira baseada em Mac OS com alguns diferenciais, como a cadeia de blocos não é baixada por completo, economizando espaço no seu disco. Ela guarda no computador a carteira bitcoin com seus endereços e suas respectivas chaves privadas, e possui inclusive uma função de backups automáticos em nuvem.

Carteiras Mobile

Carteiras baseadas no desktop são muito boas, mas elas não são muito úteis se você estiver na rua, tentando pagar por algo em uma loja física. Este é o lugar aonde as carteiras móveis se tornam úteis.

Executada como um aplicativo no seu smartphone, a carteira pode armazenar as chaves privadas dos seus endereços bitcoin, e lhe permitir para pagar as coisas diretamente com seu telefone.

Uma característica comum das carteiras móveis é que elas não são apps bitcoin completos. Um app bitcoin completo tem de baixar toda a cadeia de blocos, que está sempre crescendo e é possui gigabytes de tamanho. Isso pode levá-lo a ter problemas com a franquia da sua operadora de telefonia. De qualquer forma, muitos telefones não seriam nem capazes de manter a cadeia de blocos em sua memória, devido ao espaço de armazenamento.

Em vez disso, esses apps móveis são frequentemente concebidos com verificação de pagamento simplificado (SPV). Eles baixam um pequeno subconjunto da cadeia bloco, e dependem de outros nós confiáveis na rede bitcoin para garantir que eles tenham as informações corretas.

Exemplos de carteiras móveis incluem a carteira Blockchain (que mantém os bitcoins criptografados em seu telefone, e se mantém conectada à um servidor na web), com versões para smartphones Android e iOS. Além da carteira Hive, já citada acima, que também possui versões para Android e iOS.

Já estão em desenvolvimento carteiras bitcoin que vão tirar proveito do recurso Near Field Communication (NFC) de um smartphone, permitindo que você aproxime o seu telefone contra um leitor e pague com bitcoin sem ter de introduzir qualquer tipo de informação.

Carteiras Web

Carteiras baseadas na Web armazenam suas chaves privadas on-line, em um computador controlado por outra pessoa e conectado à Internet. Vários desses serviços on-line estão disponíveis, e alguns deles possuem até apps para smartphone e desktop, replicando seus endereços entre os diferentes dispositivos que você possui.

Uma das vantagens de carteiras baseadas na web é que você pode acessá-las de qualquer lugar, independentemente de qual dispositivo você está usando. No entanto, eles também têm uma grande desvantagem: se não for implementada corretamente, eles podem colocar a organização responsável pelo website no comando de suas chaves privadas – essencialmente tirando seus bitcoins fora de seu controle. Esse é um pensamento assustador, especialmente se você começar a acumular um monte de bitcoins.

Blockchain também abriga uma popular carteira baseada na web, e oferece o que chama de uma carteira híbrida, que permite encriptar as chaves de endereços privados antes de enviá-los para seus servidores – a criptografia é realizada no browser.

Carteiras Hardware

Carteiras físicas ainda estão presentes em número muito limitado. São dispositivos eletrônicos dedicados e que podem armazenar chaves privadas eletronicamente e facilitar os pagamentos.

Carteiras bitcoin são seguras?

Depende de como você gerenciá-las. As chaves privadas armazenadas em sua carteira são a única maneira de acessar os dados da transação armazenados em um endereço bitcoin. Se você perdê-las, você perde seus bitcoins. Então, eles são apenas seguros, na medida em que ninguém mais pode acessá-los, e eles não se percam.

Carteiras bitcoin são anônimas?

Por um lado, bitcoin é totalmente anônimo. Por outro, é completamente transparente e rastreável. Devido a este fato, bitcoin é frequentemente citado como sendo sob pseudo-anônimo.

Este fato resultou em algumas empresas emergindo com o controverso objetivo de monitoramento das transações suspeitas para “policiar” a cadeia de blocos. Para contornar esta situação, ideias foram desenvolvidas na comunidade bitcoin para levar mais anonimato, tal como merge avoidance (fusão de endereços), endereços stealth (invisíveis), e coin mixing (embaralhamento).

Como posso proteger a minha carteira?

Criptografia – Uma maneira de proteger sua carteira é criptografá-la com uma senha forte. Isso torna difícil para acessar sua carteira, mas não impossível. Se o seu computador estiver comprometido por malware, ladrões poderiam registrar log de suas teclas para descobrir sua senha.

Backups – Se você tem suas chaves privadas armazenadas em uma carteira, e em seguida a carteira é extraviada ou corrompida, então você vai perder suas chaves privadas. Fazer o backup de sua carteira faz uma cópia de suas chaves privadas, mas é importante fazer backup de toda a sua carteira. Alguns endereços são usados para armazenar a mudança de operações, e podem não serem mostrados para você por padrão. Faça backup da sua carteira inteira, guarde em vários lugares diferentes, e a mantenha a salvo de olhares indiscretos.

Cold Wallets – Carteiras cold wallets (ou paper wallets) armazenam as chaves privadas off-line, de modo que não podem ser roubadas por outra pessoa na internet. É uma boa idéia usar o armazenamento off-line para a maior parte de sua fortuna bitcoin, e transferir apenas um pouco para endereços bitcoin em uma carteira com uma conexão de Internet, tornando mais fácil de gastá-los. Dessa forma, mesmo se o celular for perdido, ou a carteira bitcoin em seu computador ou notebook é apagada durante uma falha do disco rígido, apenas uma pequena quantidade de dinheiro bitcoin está em risco. Existem vários sites que oferecem serviços de carteira cold wallets ou paper wallets. Eles vão gerar um endereço bitcoin para você e criar uma imagem contendo dois códigos QR: um é o endereço público que você pode usar para receber bitcoins; o outro é a chave privada, que você pode usar para gastar bitcoins armazenados nesse endereço.

Confuso com alguns dos termos usados em nosso site?

Aqui você encontra um glossário completo (ainda em inglês) que irá ajudá-lo a entender melhor as moedas digitais, seus termos e significados.

51% attack

A condition in which more than half the computing power on a cryptocurrency network is controlled by a single miner or group of miners. That amount of power theoretically makes them the authority on the network. This means that every client on the network believes the attacker’s hashed transaction block. This gives them control over the network, including the power to:

-Issue a transaction that conflicts with someone else’s.
-Stop someone else’s transaction from being confirmed.
-Spend the same coins multiple times.
-Prevent other miners from mining valid blocks.

Address

A bitcoin address is used to receive and send transactions on the bitcoin network. It contains a string of alphanumeric characters, but can also be represented as a scannable QR code. A bitcoin address is also the public key in the pair of keys used by bitcoin holders to digitally sign transactions (see Public key).

Altcoin

The collective name for cryptocurrencies offered as alternatives to bitcoin. Litecoin, Feathercoin and PPcoin are all altcoins.

AML

Anti-Money Laundering techniques are used to stop people converting illegally obtained funds, to appear as though they have been earned legally. AML mechanisms can be legal or technical in nature. Regulators frequently apply AML techniques to bitcoin exchanges.

ASIC

An Application Specific Integrated Circuit is a silicon chip specifically designed to do a single task. In the case of bitcoin, they are designed to process SHA-256 hashing problems to mine new bitcoins.

ASIC miner

A piece of equipment containing an ASIC chip, configured to mine for bitcoins. They can come in the form of boards that plug into a backplane, devices with a USB connector, or standalone devices including all of the necessary software, that connect to a network via a wireless link or ethernet cable.

Bitcoin Investment Trust

This private, open-ended trust invests exclusively in bitcoins and uses a state-of-the-art protocol to store them safely on behalf of its shareholders.

It provides a way for people to invest in bitcoin without having to purchase and safely store the digital currency themselves.

Bitcoin Price Index (BPI)

The CoinDesk Bitcoin Price Index represents an average of bitcoin prices across leading global exchanges that meet criteria specified by the BPI. There is also an API for developers to use.

Bitcoin Whitepaper

The bitcoin whitepaper was written by ‘Satoshi Nakamoto’ and posted to a Cryptography Mailing list in 2008. The paper describes the bitcoin protocol in detail, and is well worth a read. Satoshi Nakamoto followed this by releasing the bitcoin code in 2009.

Block chain

The full list of blocks that have been mined since the beginning of the bitcoin cryptocurrency. The block chain is designed so that each block contains a hash drawing on the blocks that came before it. This is designed to make it more tamperproof.

Block reward

The reward given to a miner which has successfully hashed a transaction block. This can be a mixture of coins and transaction fees, depending on the policy used by the cryptocurrency in question, and whether all of the coins have already been successfully mined. Bitcoin currently awards 25 bitcoins for each block. The block reward halves when a certain number of blocks have been mined. In bitcoin’s case, the threshold is every 210,000 blocks.

BTC

The short currency abbreviation for bitcoins.

Buttonwood

A project founded by bitcoin enthusiast Josh Rossi, to form a public outcry bitcoin exchange in New York’s Union Square. Named after the Buttonwood agreement, which formed the basis for the New York Stock Exchange in 1792.

Client

A software program running on a desktop or laptop computer, or mobile device. It connects to the bitcoin network and forwards transactions. It may also include a bitcoin wallet (see node).

Confirmation

The act of hashing a bitcoin transaction successfully into a transaction block, and cementing its validity. A single confirmation will take around 10 minutes, which is the average length of time for a transaction block to be hashed. However, some more sensitive or larger transactions may require multiple confirmations, meaning that more blocks must be hashed and added to the block chain after the transaction’s block has been hashed. Each time another block is added to the block chain after the transaction’s block, the transaction is confirmed again.

Colored coins

A proposed add-on function for bitcoin that would enable bitcoin users to give them additional attributes. These attributes could be user-defined, enabling you to mark a bitcoin as a share of stock, or a physical asset. This would enable bitcoins to be traded as tokens for other property.

CPU

Central Processing Unit – the ‘brain’ of a computer. In the early days, these were used to hash bitcoin transactions, but are now no longer powerful enough. They are still sometimes used to hash transactions for altcoins.

Coinbase

Another name for the input used in a bitcoin’s generation transaction. When a bitcoin is mined, it doesn’t come from another bitcoin user, but is generated as a reward for the miner. That reward is recorded as a transaction, but instead of another user’s bitcoin address, some arbitrary data is used as the input.

Coinbase is also the name of a bitcoin wallet service that also offers payment processing services for merchants and acts as an intermediary for purchasing bitcoins from exchanges.

Coin age

The age of a coin, defined as the currency amount multiplied by the holding period.

Cryptocurrency

A form of currency based on mathematics alone. Instead of fiat currency, which is printed, cryptocurrency is produced by solving mathematical problems based on cryptography.

Cryptography

The use of mathematics to create codes and ciphers that can be used to conceal information. Used as the basis for the mathematical problems used to verify and secure bitcoin transactions.

DDoS

A distributed denial of service attack uses large numbers of computers under an attacker’s control to drain the resources of a central target. They often send small amounts of network traffic across the Internet to tie up computing and bandwidth resources at the target, which prevents it from providing services to legitimate users. Bitcoin exchanges have sometimes been hit with DDoS attacks.

Deflation

The reduction of prices in an economy over time. It happens when the supply of a good or service increases faster than the supply of money, or when the supply of money is finite, and decreases. This leads to more goods or services per unit of currency, meaning that less currency is needed to purchase them. This carries some downsides. When people expect prices to fall, it causes them to stop spending and hoard money, in the hope that their money will go further later. This can depress an economy.

Difficulty

This number determines how difficult it is to hash a new block. It is related to the maximum allowed number in a given numerical portion of a transaction block’s hash. The lower the number, the more difficult it is to produce a hash value that fits it. Difficulty varies based on the amount of computing power used by miners on the bitcoin network. If large numbers of miners leave a network, the difficulty would decrease. Thus far, however, bitcoin’s growing popularity has attracted more computing power to the network, meaning that the difficulty has increased.

Double spending

The act of spending bitcoins twice. It happens when someone makes a transaction using bitcoins, and then makes a second purchase from someone else, using the same bitcoins. They then convince the rest of the network to confirm only one of the transactions by hashing it in a block. Double spending is not easy to do, thanks to the way that the bitcoin network operates, but it is nevertheless a risk run by those accepting zero-confirmation transactions.

Dust transaction

A transaction for an extremely small amount of bitcoins, which offers little financial value, but takes up space in the block chain. The bitcoin developer team has taken efforts to eliminate dust transactions by increasing the minimum transaction amount that will be relayed by the network.

ECDSA

The Elliptic Curve Digital Signature Algorithm is the lightweight cryptographic algorithm used to sign transactions in the Bitcoin protocol.

Escrow

The act of holding funds or assets in a third-party account to protect them during an asynchronous transaction. If Bob wants to send money to Alice in exchange for a file, but they cannot conduct the exchange in person, then how can they trust each other to send the money and file to each other at the same time? Instead, Bob sends the money to Eve, a trusted party who holds the funds until Bob confirms that he has received the file from Alice. She then sends Alice the money.

Exchange

A central resource for exchanging different forms of money and other assets. Bitcoin exchanges are typically used to exchange the cryptocurrency for other, typically fiat, currencies.

Faucet

A technique used when first launching an altcoin. A set number of coins are pre-mined, and given away for free, to encourage people to take interest in the coin and begin mining it themselves.

Feathercoin

An altcoin based on the Scrypt proof of work algorithm.

Fiat currency

A currency, conjured out of thin air, which only has value because people say it does. Constantly under close scrutiny by regulators due to its known application in money laundering and terrorist activities. Not to be confused with bitcoin.

FinCEN

The Financial Crimes Enforcement Network, an agency within the US Treasury Department. FinCEN has thus far been the main organization to impose regulations on exchanges trading in bitcoin.

Fork

The creation of an alternative ongoing version of the block chain, typically because one set of miners begins hashing a different set of transaction blocks from another. It can be caused maliciously, by a group of miners gaining too much control over the network (see 51% attack), accidentally, thanks to a bug in the system, or intentionally, when a core development team decides to introduce substantial new features into a new version of a client. A fork is successful if it becomes the longest version of the block chain, as defined by difficulty.

FPGA

A Field Programmable Gate Array is a processing chip that can be configured with custom functions after it has been fabricated. Think of it as a blank silicon slate on which instructions can be written. Because FPGAs can be produced en masse and configured after fabrication, manufacturers benefit from economies of scale, making them cheaper than ASIC chips. However, they are usually far slower.

Freicoin

A cryptocurrency based on the inflation-free principles outlined by the economist Silvio Gessell.

Genesis block

The very first block in the block chain.

Gigahashes/sec

The number of hashing attempts possible in a given second, measured in billions of hashes (thousands of Megahashes).

GPU

Graphical Processing Unit. A silicon chip specifically designed for the complex mathematical calculations needed to render millions of polygons in modern computer game graphics. They are also well suited to the cryptographic calculations needed in cryptocurrency mining.

Hash

A mathematical process that takes a variable amount of data and produces a shorter, fixed-length output. A hashing function has two important characteristics. Firstly, it is mathematically difficult to work out what the original input was by looking at the output. Secondly, changing even the tiniest part of the input will produce an entirely different output.

Hash rate

The number of hashes that can be performed by a bitcoin miner in a given period of time (usually a second).

Inflation

When the value of money drops over time, causing prices for goods to increase. The result is a drop in purchasing power. Effects include less motivation to hoard money, and more motivation to spend it quickly while the prices of goods are still low.

Input

The part of a bitcoin transaction denoting where the bitcoin payment has come from. Typically, this will be a bitcoin address, unless the transaction is a generation transaction, meaning that the bitcoin has been freshly mined (see Coinbase).

Kilohashes/sec

The number of hashing attempts possible in a given second, measured in thousands of hashes.

KYC

Know Your Client rules force financial institutions to vet the people they are doing business with, ensuring that they are legitimate.

Leverage

In foreign currency trading, leverage multiplies the real funds in your account by a given factor, enabling you to make trades that result in significant profit. By giving leverage to a trader, the trading exchange is effectively lending them money, in the hope that it will earn back more than it loaned in commission. Leverage is also known as a margin requirement.

Liberty Reserve

A centralized digital currency payment processor based in Costa Rica. It was shut down by the US government, after it was found guilty of money laundering.

Litecoin

An altcoin based on the Scrypt proof of work. Read Litecoin news to find out more.

Liquidity

The ability to buy and sell an asset easily, with pricing that stays roughly similar between trades. A suitably large community of buyers and sellers is important for liquidity. The result of an illiquid market is price volatility, and the inability to easily determine the value of an asset.

Margin call

The act of calling in a margin requirement. An exchange will issue a margin call when it feels that a trader does not have sufficient funds to cover a leveraged trading position.

Megahashes/sec

The number of hashing attempts possible in a given second, measured in millions of hashes (thousands of Kilohashes).

Market order

An instruction given to an exchange, asking it to buy or sell an asset at the going market rate. In a bitcoin exchange, you would place a market order if you simply wanted to buy or sell bitcoins immediately, rather than holding them until a set market condition is triggered to try and make a profit.

mBTC

1 thousandth of a bitcoin (0.001 BTC).

Microtransaction

Paying a tiny amount for an asset or service, primarily online. Micro-transactions are difficult to perform under conventional payment systems, because of the heavy commissions involved. It is difficult to pay two cents to read an online article using your credit card, for example.

Mining

The act of generating new bitcoins by solving cryptographic problems using computing hardware.

Mixing service

A service that mixes your bitcoins with someone else’s, sending you back bitcoins with different inputs and outputs from the ones that you sent to it. A mixing service (also known as a tumbler) preserves your privacy because it stops people tracing a particular bitcoin to you. It also has the potential to be used for money laundering.

Mt. Gox

One of the first bitcoin exchanges, and at one time the most popular. Mt. Gox has since gone into administration. Based in Japan, the exchange was started by Jed McCaleb in 2010. Read the latest Mt. Gox news.

Namecoin

An altcoin designed to provide an alternative to the traditional domain name system (DNS). Users can register .bit domains, accessible via proxy servers, by paying with namecoins.

Node

A computer connected to the bitcoin network using a client that relays transactions to others (see client).

Nonce

A random string of data used as an input when hashing a transaction block. A nonce is used to try and produce a digest that fits the numerical parameters set by the bitcoin difficulty. A different nonce will be used with each hashing attempt, meaning that billions of nonces are generated when attempting to hash each transaction block.

Orphan block

A block which is not a part of the valid block chain, but which was instead part of a fork that was discarded.

OTC exchange

An exchange in which traders make deals with each other directly, rather than relying on a central exchange to mediate between them.

Output

The destination address for a bitcoin transaction. There can be multiple outputs for a single transaction.

P2P

Peer-to-peer. Decentralized interactions that happen between at least two parties in a highly interconnected network. An alternative system to a ‘hub-and-spoke’ arrangement, in which all participants in a transaction deal with each other through a single mediation point.

Paper wallet

A printed sheet containing one or more public bitcoin addresses and their corresponding private keys. Often used to store bitcoins securely, instead of using software wallets, which can be corrupted, or web wallets, which can be hacked or simply disappear. A useful form of cold bitcoin storage.

Pool

A collection of mining clients which collectively mine a block, and then split the reward between them. Mining pools are a useful way to increase your probability of successfully mining a block as the difficulty rises.

PPCoin

AKA Peercoin or P2P coin. An altcoin using the proof of stake mechanism in conjunction with proof of work. Based on a paper produced by Sunny King and Scott Nadal.

Pre-mining

The mining of coins by a cryptocurrency’s founder before that coin has been announced and details released to others who may wish to mine the coin. Pre-mining is a common technique used with scamcoins, although not all pre-mined coins are scamcoins (see Scamcoins).

Primecoin

Developed by Sunny King, Primecoin uses a proof of work system to calculate prime numbers.

Private key

An alphanumeric string kept secret by the user, and designed to sign a digital communication when hashed with a public key. In the case of bitcoin, this string is a private key designed to work with a public key. The public key is a bitcoin address (see Bitcoin address).

PSP

Payment Service Provider. The PSP offers payment processing services for merchants who wish to accept payments online.

Pump and dump

Inflating the value of a financial asset that has been produced or acquired cheaply, using aggressive publicity and often misleading statements. The publicity causes others to acquire the asset, forcing up its value. When the value is high enough, the perpetrator sells their assets, cashing in and flooding the market, which causes the value to crash.

Process node

The size of a transistor in nanometers, produced during a chip fabrication process. Smaller process nodes are more efficient.

Proof of stake

An alternative to proof of work, in which your existing stake in a currency (the amount of that currency that you hold) is used to calculate the amount of that currency that you can mine.

Proof of work

A system that ties mining capability to computational power. Blocks must be hashed, which is in itself an easy computational process, but an additional variable is added to the hashing process to make it more difficult. When a block is successfully hashed, the hashing must have taken some time and computational effort. Thus, a hashed block is considered proof of work.

Public key

An alphanumeric string which is publicly known, and which is hashed with another, privately held string to sign a digital communication. In the case of bitcoin, the public key is a bitcoin address.

QR code

A two-dimensional graphical block containing a monochromatic pattern representing a sequence of data. QR codes are designed to be scanned by cameras, including those found in mobile phones, and are frequently used to encode bitcoin addresses.

Ripple

A payment network that can be used to transfer any currency (including ad hoc currencies that have been created by users). The network consists of payment nodes and gateways operated by authorities. Payments are made using a series of IOUs, and the network is based on trust relationships.

Satoshi

The smallest subdivision of a bitcoin currently available (0.00000001 BTC).

Satoshi Nakamoto

The name used by the original inventor of the Bitcoin protocol, who withdrew from the project at the end of 2010.

Scamcoin

An altcoin produced with the sole purpose of making money for the originator. Scamcoins frequently use pump and dump techniques and pre-mining together.

Scrypt

An alternative proof of work system to SHA-256, designed to be particularly friendly to CPU and GPU miners, while offering little advantage to ASIC miners.

Signature

A digital digest produced by hashing private and public keys together to prove that a bitcoin transaction came from a particular address.

Silk Road

An underground online marketplace, generally used for illicit purchases, often with cryptocurrencies such as bitcoin. Silk Road was shut down in early October 2013 by the FBI after owner Ross Ulbricht was arrested.

SEPA

The Single European Payments Area. A payment integration agreement within the European Union, designed to make it easier to transfer funds between different banks and nations in euros.

SHA-256

The cryptographic function used as the basis for bitcoin’s proof of work system.

SPV

Simplified Payment Verification. A feature of the Bitcoin protocol that enables nodes to verify payments without downloading the full block chain. Instead, they need only download block headers.

Stale

When a bitcoin block is successfully hashed, any others attempting to hash it may as well stop, because it is now ‘stale’. They would simply be repeating work that someone else has already done, for no reward. The term is also used in mining pools to describe a share of a hashing job that has already been completed.

Taint

An analysis of how closely related two addresses are when they have both held a particular bitcoin. A taint analysis could be used to determine how many steps it took for bitcoins to move from an address known for stolen coins, to the current address.

Terahashes/sec

The number of hashing attempts possible in a given second, measured in trillions of hashes (thousands of Gigahashes).

Testnet

An alternative bitcoin block chain, used purely for testing purposes.

TOR

An anonymous routing protocol, used by people wanting to hide their identity online.

Transaction block

A collection of transactions on the bitcoin network, gathered into a block that can then be hashed and added to the block chain.

Transaction fee

A small fee imposed on some transactions sent across the bitcoin network. The transaction fee is awarded to the miner that successfully hashes the block containing the relevant transaction.

uBTC

One microbitcoin (0.000001 BTC)

Vanity address

A bitcoin address with a desirable pattern, such as a name.

Virgin bitcoin

Bitcoins purchased as a reward for mining a block. These have not yet been spent anywhere.

Volatility

The measurement of price movements over time for a traded financial asset (including bitcoin).

Wallet

A method of storing bitcoins for later use. A wallet holds the private keys associated with bitcoin addresses. The block chain is the record of the bitcoin amounts associated with those addresses.

Wire transfer

Electronically transferring money from one person to another. Commonly used to send and retrieve fiat currency from bitcoin exchanges.

Zerocoin

A protocol designed to make cryptocurrency transactions truly anonymous.

Zero-confirmation transaction

A transaction in which the merchant is happy to provide a product or service before the bitcoin’s transmission has been confirmed by a miner and added to the block chain. It can carry a risk of double spending.