Bitcoin 2018. Novas tendências tecnológicas.

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Bitcoin 2018. Novas tendências tecnológicas.

2017 foi um ano muito bom para o Bitcoin, a criptomoeda ganhou força, se popularizou e é a que mais movimenta o mercado de criptomoedas atualmente.  Apesar desse grande avanço, do ponto de vista tecnológico as coisas parecem estar só começando.

Em 2018 a proposta é que uma série de projetos relacionados ao Bitcoin, sejam lançados. O primeiro deles que se iniciou ainda no ano de 2017 e se chama Segregated Witness (SegWit),  foi considerado umas das maiores atualizações da rede, através dele é possível  aumentar o número de transações e diminuir as taxas, pois, ao ocuparem menos dados o custo da transação acaba sendo menor.

Porém, essa atualização acabou sendo adiada e opera em apenas algumas carteiras a previsão é que as configurações necessárias aconteçam agora em 2018.

Outra solução muito esperada relacionada a pequenas transações é a Lightning Network. Esta rede foi proposta por Joseph Poon e Tadge Dryja em 2015 e possibilita transações quase instantâneas, com taxas muito mais baixas, e ao mesmo tempo aumenta a segurança do Bitcoin.

Por último e não menos importante uma propostas de Schnorr Signatures criada por Claus-Peter Schnorr, considerada pelos criptógrafos uma das melhores assinaturas criptográficas.

No contexto do Bitcoin seu uso permitiria que as assinaturas múltiplas pudessem ser agregadas em uma única assinatura. Isso significa que uma assinatura pode ser propriedade de vários endereços Bitcoin. Uma vez que muitas transações enviam moedas de vários lugares, ter que incluir apenas uma assinatura por transação deve beneficiar significativamente a escalabilidade da Bitcoin.

A análise baseada em transações históricas sugere que economizaria uma média de 25% por transação, o que aumentaria a capacidade máxima de transação do Bitcoin em cerca de 33%.

Para os programadores e envolvidos nesse processo, incluindo os usuários o importante é ficar de olho nos teste (que vem sendo realizados por algumas carteiras) e interagir para que a rede se torne cada vez mais acessível.

 

Escrito por: Amanda de Melo Barbosa

2018-04-06T12:37:53+00:005 janeiro, 2018|